Machu Picchu – Dicas práticas para assistir ao nascer do sol na cidade perdida dos Incas

*Viagem de casal em Junho de 2016. Atualizado em julho/2017 com as novas regras de visitação de Machu Picchu.

Hoje é O DIA!!! Machu Picchu, cidade perdida dos Incas. Lá vamos nós!

Depois de ler livros sobre os Incas, estudar a história da “descoberta” de Machu Picchu em 1911, era chegado o dia de encontrar cara a cara com essa fantástica obra de engenharia. Uma cidade completa construída no alto de uma montanha, sem acesso original a nenhuma cidade próxima, toda de pedra sem utilizar nenhum tipo de argamassa. Resistindo a terremotos! Patrimônio Mundial da Unesco e uma das 7 maravilhas do mundo moderno! Ufa! Que currículo de peso!

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Machu Picchu é linda de todos os ângulos, não?

Fiquei muito tempo pensando em como escrever sobre Machu Picchu. Não dava pra ser um post roteirizado como os que tenho feito. Machu Picchu é muito mais para se ver e sentir. Não faz sentido (ao menos pra mim) tentar reproduzir pra vocês o que eu vivi por lá, seria como um spoiler, tiraria a essência da descoberta. 🙂

* para conhecer todo o nosso roteiro no Peru, acesso o nosso post de Roteiro e Primeiras Informações.

Como chegar em Machu Picchu:

No post anterior comentei como fizemos para chegar a Águas Calientes / Machu Pichhu Pueblo. Mostrei as opções de trens e locais de partida.

+ Contamos como comprar os ingressos e como é a viagem de trem entre o Vale Sagrado e Machu Picchu pela Inca Rail.

Nós optamos por seguir até Ollamtaytambo através de um tour privado que se encaixou perfeitamente no nosso roteiro planejado. De lá, pegamos o último trem para Águas Calientes / Machu Picchu Pueblo. Chegamos no início da noite e aproveitamos para comprar os tickets do ônibus para a subida e descida de Machu Picchu. O ônibus custa 24 dólares por pessoa e espera-se que seja pago realmente em dólares. Comprar os tickets na véspera elimina uma das filas do dia seguinte. Vai por mim!

Para não perder nenhuma postagem, que tal seguir o Vem que te Conto no Facebook, no Instagram e no Twitter?

Existem outras formas mais econômicas (e bem mais aventureiras) de se chegar a Machu Picchu. Não é nem de longe o meu perfil de viagem, mas se você se interessar, seguem algumas possibilidades:

Trilha de Salkantay: 4 dias caminhando e percorrendo o caminho original que os Incas faziam até Machu Picchu. A Tati Batista viveu essa aventura e contou tudinho no Viajanderia.

Caminho Pela Hidrelétrica: uma Van faz um percurso de 7 horas e depois mais umas 2 a 3 horas de caminhada seguindo o trilho do trem. A Angie contou essa aventura no Apure Guria.

Subir de Águas Calientes até Macchu Picchu a pé, percorrendo as escadarias. Vimos algumas pessoas se aventurando. Bem menos puxado que as trilhas anteriores, mas eu ainda sou fã do micro ônibus refrigerado. kkkk

O que fazer em Machu Picchu / Ingressos:

Para entrar na cidadela de Machu Picchu precisará obrigatoriamente de ingressos. Desse custo não vai ter como escapar. Inclusive eles conferem se tem ingresso antes de entrar no ônibus.

Mas considerando os gastos anteriores, pagar 152 soles (valor de dezembro de 2016) – aproximadamente 152 reais (conversão de dezembro de 2016) não vai doer tanto. Kkk

*Se você decidir por visitar Machu Picchu na parte da tarde (após as 13 horas) pagará um pouco mais barato: 100 soles por pessoa (valores de dezembro de 2016)

*A partir de 1/07/2017 as regras de visitação em Machu Picchu mudaram bastante. Agora não é mais possível passar o dia inteiro na cidadela. É preciso escolher um dos turnos de vositação (1º turno de 6:00 às 12:00 e 2º turno de 12:00 às 17:30). Entretanto os valores continuam os mesmos – 152 soles.

Você pode comprar seus ingressos diretamente no site do Ministério da Cultura Peruano (http://www.machupicchu.gob.pe/), ou através de agências de viagem. Eu sou adepta de fazer tudo por conta própria e comprei diretamente pelo site, sem nenhuma dificuldade. Estudantes e menores de idade pagam menos, mas aí o processo é um pouco mais complicado por ter que entrar em contato com eles por email e enviar os comprovantes.

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Machu Picchu é linda de todos os ângulos, não?

Mas não é só decidir o dia e comprar os ingressos. A quantidade de acessos por dia é limitado e se você pretende ir na alta temporada (de junho a agosto) vale a pena fazer a compra com antecedência.

*ATENÇÃO! Dica importante! O ingresso do trem tende a acabar antes dos de Machu Picchu, principalmente nos horários mais procurados.

Porém, se você pensa que ir a Machu Picchu é subir, olhar, e ir embora, está redondamente enganado!

Além de todo o percurso da cidadela, existem 4 trilhas que podem ser feitas por lá.

  • A mais famosa delas é subir Huaynapicchu, a famosa montanha que aparece atrás de quase todas as fotos que você verá de Machu Picchu. Eu estive quase, quase, me aventurando, mas resolvi ler alguns relatos e acabei desistindo. Tenho consciência que minha capacidade cardiorrespiratória não é nada boa e sei que seria bem sofrido encarar essa subida (Seria lindo, eu sei! Seria uma vitória! Mas resolvi não arriscar). Mas a Andrea, do RS para o mundo encarou o desafio e contou tudinho no blog dela!

Se você for menos sedentário (a) que eu e estiver a fim de curtir essa aventura, saiba que as vagas são bem restritas. As subidas podem ser agendadas em 2 horários diferentes (entre 7 e 8 da manhã e entre 10 e 11 da manhã) e são limitadas a 200 pessoas por grupo. A compra pode ser feita no mesmo site do Ministério da Cultura Peruana e custa 200 soles por pessoa (incluso entrada em Machu Picchu e subida a montanha).

  • Outra opção de montanha, mas que tem uma subida mais demorada é a Machu Picchu Montaña. Também divide a subida em 2 grupos (entre 7 e 8 da manhã e entre 9 e 10 da manhã), só que nesse caso a capacidade é de 400 pessoas por grupo. O custo também fica em 200 soles por pessoa (incluso entrada em Machu Picchu e subida a montanha).

Se você for um atleta e quiser encarar as 2 montanhas, terá que visitar a cidade de Machu Picchu em 2 dias diferentes. O site não permite a compra do acesso às 2 montanhas num mesmo ingresso. Até porque, dificilmente alguém vai conseguir cumprir os 2 horários de subida (subir no 1º grupo em uma montanha e no 2º grupo na outra montanha).

Mas aí você me pergunta: Poxa, tudo lá é pago?

Não!!! Existem 2 trilhas mais simples que já estão inclusas no valor do  ingresso.

  • Puerta del Sol (Inti Punku): seguindo essa trilha (bem leve perto das outras comentadas acima) chegará na entrada original de Machu Picchu, por onde os Incas entravam na cidade. A caminhada é estimada em 2 horas para ida e volta, mas eu acredito que dure menos tempo.

Nós tínhamos o plano de fazer esse caminho, mas o sol esquentou muito, deixamos para muito tarde e acabamos desistindo. 😦 Mais um motivo para voltar!

  • Ponte Inca: seguindo essa trilha chega-se a uma antiga ponte Inca de madeira. Essa seria a descrição pura e simples, mas ao visitar nos surpreendemos. Uma caminhada de 1 hora era o que indicavam, mas levamos cerca de meia hora para ir e voltar.

Na entrada para a trilha existe uma casa de controle onde você deve por seu nome e horário em que está entrando na trilha. Esse controle é para segurança, se alguém demorar muito a voltar (ou até sumir!). Confesso que achei esse controle bem curioso e só depois de iniciada a trilha fui perceber o quão necessário ele é.

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Ponte Inca – Machu Picchu.

A trilha em si é muito fácil e tranquila, praticamente plana (salvo alguns degraus no começo), mas pode ser assustadora para quem tem medo de altura. Muito verde, uma brisa gostosa e o canto dos pássaros amenizavam a estranha sensação de caminhar a beira do abismo. Em alguns trechos há uma pequena mureta ou uma corda, mas em sua maioria não tem nenhuma segurança lateral. Não deixa de ir por conta disso, nós fomos e voltamos sem nenhum problema! Foi bem agradável e divertido! E a sensação de vivenciar um caminho original Inca é indescritível. Rola uma energia boa em todo percurso. (Eu não iria com crianças!).

No final do percurso chegamos até a tal ponte! Impressionante! Até pouco tempo o acesso até a ponte era permitido e esperava-se que as pessoas tivessem bom senso de não tentar ultrapassá-la. Mas hoje em dia possui um portão impedindo o acesso tão próximo. Acreditasse que essa ponte foi usada como rota de fuga de Machu Picchu. O último a passar deveria retirar as tábuas da ponte.

Nosso roteiro em Machu Picchu:

Agora que vocês já sabem como chegar à cidadela de Machu Picchu, vou dar uma pequena dica de como foi nossa visitação, só para vocês terem uma ideia. Prometo não fazer nenhum spoiler.

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Machu Picchu é linda de todos os ângulos, não?

Nós acordamos super cedo já que nosso objetivo era ver o nascer do sol em Machu Picchu. Os hotéis em Águas Calientes começam a oferecer o café da manhã às 5 da matina e assim fizemos! Devidamente abastecidos descemos até a fila do ônibus, que a essa hora já era bem grandinha! (Ponto super positivo para a localização do nosso hotel, já que encontramos a fila no meio do caminho). Como deixamos nossas malas em Cusco e só levamos para Águas Calientes o extremamente necessário para esses 2 dias, já saímos com o check out do hotel fechado e carregamos nossas mochilas para facilitar no retorno. O guia reservado desde o Brasil nos encontrou no hotel e nos acompanhou durante todo o percurso.

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+ Acesse também nosso post com as nossas dicas de Hospedagem.

Os ônibus que sobem para Machu Picchu são na verdade micro ônibus e cabem aproximadamente 20 pessoas por viagem. Não sei dizer exatamente quanto tempo ficamos na fila, mas demorou um bocado. Saíram vários e vários ônibus até chegar a nossa vez.

E pra quem acordou de madrugada, na escuridão e foi vendo o dia clareando a sensação de perder o nascer do sol em Machu Picchu é um pouco triste. Mas relevei! Sabia que seria maravilhoso independente disso.

Mas para minha surpresa, apesar do céu claro, o sol não tinha efetivamente nascido quando chegamos em Machu Picchu!!!! *.* Na verdade, em junho, época da nossa visita, o sol nasce por trás de uma montanha e eles consideram o nascer do sol quando ele efetivamente desponta por trás dessa montanha. No dia 21/06 é o dia do Solstício de Inverno, data super importante para a agricultura Inca. Nesse dia o sol nasce exatamente no V cravado nessa montanha. Nós visitamos Machu Picchu um pouco antes (no dia 4/6) e pudemos perceber o sol nascendo quase próximo ao V.

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E lá estão os primeiros raios de sol em Machu Picchu!

Se você também quer ver o nascer do sol em Machu Picchu recomendo subir cedo como fizemos e não se perder no encanto da cidadela. Logo que entrar, após as catracas, você seguirá direto ao platô de onde podemos ter a vista de cartão postal de Machu Picchu. Nós não paramos ali nesse momento, até tiramos algumas fotos aproveitando que a cidade ainda estava bem vazia, mas seguimos o caminho para dentro da cidade fugindo um pouco da aglomeração de pessoas no platô.

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Primeiros raios de sol em Machu Picchu.

Só após contemplarmos o nascer do sol é que nossa visita guiada efetivamente começou. Percorremos todo o percurso da cidadela recebendo todas as informações do guia. Muitas curiosidades que só estando acompanhado de um guia para descobrir. 😉

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Impressionante, não?

Se não tiver fechado um guia antecipadamente, não se preocupe. Na entrada da cidadela, antes da roleta, ficam vários guias oferecendo seus serviços (privativos ou em grupo). Todos devidamente cadastrados e registrados (com colete e crachá). Fiquei receosa de fechar um guia lá na frente, com medo de serem picaretas, mas não são. Tudo é extremamente organizado por lá.

Nosso percurso com o guia cumpriu todo o caminho da cidadela (o percurso é pré-determinado e você não pode andar “na contra mão”). Ficamos aproximadamente 1 hora e meia recebendo várias informações de Machu Picchu. Ao final do percurso o guia nos deixou para ficarmos livres e a vontade.

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Só as lhamas podem pisar na área verde.

Devia ser aproximadamente umas 9 horas da manhã. O sol começou a esquentar. Apesar de ser inverno, não desmereça o poder de calor do sol! Use protetor solar sempre!!! Decidimos que era hora de fazer um lanche, já que o café da manhã tinha sido bem cedo.

Não é permitido comer dentro da cidadela! (Vimos até algumas pessoas comendo por lá, mas o errado é errado mesmo que todos o façam, portanto, para não correr o risco de ser chamada atenção, não coma lá dentro!). Também não existe banheiro dentro da cidadela. Então saímos, passamos pela roleta, e aproveitamos para ir ao banheiro, trocar as blusas de frio por outras mais frescas e fazer o nosso lanche. Só existe 1 restaurante/lanchonete por lá e dizem ser muuuiiito caro. Nós levamos nossos lanches na mochila.

Tendo ingresso, você pode entrar e sair da cidadela de Machu Picchu quantas vezes quiser. (Aparentemente, pelas novas regras de visitação, não será mais possível entrar e sair da cidadela. Uma vez saindo, não é permitido a reentrada. Este ponto ainda é uma dúvida e vou atualizar aqui assim que eu conseguir uma informação oficial). E assim fizemos. Voltamos dessa vez para fazer a trilha da Ponte Inca (que comentei acima) e dar uma nova volta no percurso. Agora já super lotado, embolado e tumultuado. Portanto, ou vá bem cedo, ou vá após o almoço, quando a maioria das pessoas já começou a ir embora.

Não cometa o mesmo erro nosso! Machu Picchu é um dos lugares que possuem um carimbo especial de passaporte. O ponto para carimbar o passaporte é logo após a roleta, pelo lado de dentro. Nós nos esquecemos de carimbar os nossos!!!!  😦  😦  😦

Por volta de 11:00 saímos em definitivo para pegar o ônibus de volta à Águas Calientes, a tempo de fazer um almoço: uma pizza deliciosa seguida de uma Cusquenha Negra no ótimo Incontri del Pueblo Viejo.

Ainda deu tempo de dar uma voltinha em Águas Calientes e “tentar” visitar as famosas águas quentes que dão nome ao lugarejo. “Tentar” por que para entrar precisa pagar e como nós não iríamos tomar banho, não fazia sentido pagar só para olhar. (Confesso que o lugar me pareceu “estranho”, mas vimos algumas pessoas chegando. As roupas de banho e toalhas podem ser alugadas nas lojinhas da redondeza – não espere muito da qualidade dessas roupas alugadas 😦  ).

Pegamos o trem de 14:30 de volta à Ollamtaytambo. A estação de trem de Águas Calientes é bem mais bonitinha e agradável que a de Ollamtaytambo. 2 horas de viagem. Dessa vez ficamos do lado “feio” da vista :(.

Chegando em Ollamtaytambo encontramos a van que nos esperava. Tivemos uma pequena demora esperando pessoas que estariam no próximo trem e que retornariam junto com a gente. (Esse nosso transfer de volta foi coletivo e não gostei. Achei bem bagunçado, mas faz parte).

Mais 2 horas de estrada até Cusco. Muito sono, muito cansaço, mas valeu a pena! E ainda fomos “presenteados” com um upgrade de hotel, num quarto majestoso! Mas vai ficar para o próximo post! 😉

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25 comments

      1. Obrigada pelo comentário. =)
        As novas regras de visitação já estão informadas no post.
        Editei o comentário para remover o link pois não é permitido propaganda nesse espaço.

        Curtir

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